Rapha Moraes & The Mentes

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O músico Rapha Moraes & The Mentes lança disco novo e fala sobre o trabalho, “Corações de Cavalo”:

Sobre o álbum – O Corações de Cavalo surgiu enquanto eu estava morando em São Paulo. A maior parte das canções surgiu dessa angústia que uma grande metrópole pode originar em seus moradores. É muito caos, muita loucura, um mundo girando a toda velocidade pra não deixar a máquina parar. De lá fui direto pro mato em São Luiz do Purunã no Paraná. Em 1 ano e meio junto com o Allan Yokohama que produziu o disco junto comigo fizemos a produção do álbum. Sempre com o espírito livre e a busca por caminhar no que não era fácil pra gente. Grande experiência.

Divulgação – A ideia, como sempre, é tentar levar para o maior número de pessoas possível. A busca é de encontrar outros corações de cavalo por ai principalmente através de apresentações ao vivo.

Curiosidade – Quanto ao clipe de “Adeus” o mais interessante foi a reação das pessoas na rua enquanto fazíamos a filmagem e eu no meio da rua com a camisa de força. Em “Natureza Selvagem” tivemos uma absoluta entrega de todos da banda. Mergulhamos no rio, nos sujamos de lama, andamos feito bichos e resgatamos nosso lado mais selvagem. As imagens dos clipes são feitas por Fernando hideki e figurino e produção de Tri Almeida.

A banda é:

Rapha Moraes – voz, violão

Allan Yokohama – guitarra e voz

Juninho Jr. – bateria

Amandio Galvão – guitarra

Marcos Nascimento – baixo

Produzido por Rapha Moraes e Allan Yokohama
Arte Visual por Fábio Biondo
Gravado de forma artesanal em uma chácara em São Luiz do Purunã (PR), exceto baterias, gravadas no Nico’s Studio, em Curitiba (PR).
Mixado e Masterizado no Nico’s Studio, em Curitiba (PR), por Vinícius Braganholo, Rapha Moraes e Allan Yokohama.
Todas as Canções por Rapha Moraes, exceto “Homens-Bomba” e “Cavalaria de Centauro”, por Rapha Moraes e Allan Yokohama.


A desconstrução e o recomeço de Rapha Moraes no disco Corações de Cavalo
Obra é assinada pela primeira vez como Rapha Moraes & The Mentes

O homem desconstruído é o tema central não só de Corações de Cavalo, segundo disco de Rapha Moraes, mas de sua própria vida. O álbum foi lançado dia 13 de junho, pelo selo fonográfico For The Records, nos formatos físico e digital. As 11 músicas foram compostas em São Paulo e produzidas pelo próprio Rapha ao lado de Allan Yokohama (Poléxia, Terminal Guadalupe, Humanish, Yokohama Café) durante uma imersão por mais de um ano em uma chácara em São Luiz do Purunã, cidade próxima a Curitiba.

O trabalho marca a estreia da nova fase do cantor, que agora assina como Rapha Moraes & The Mentes, nome sugerido pelo eterno mutante Arnaldo Baptista após ouvir uma prévia do disco. A nova formação conta com Allan Yokohama (guitarra, violão e vocais), Amandio Galvão (guitarra e vocais), Juninho Júnior (bateria), Rapha Moraes voltando a tocar baixo, como fazia na seminal banda Poléxia, e Marcos Nascimento (baixo, percussão e vozes) durante os shows de divulgação da turnê de lançamento do disco.

Diferente do rock artístico que fazia na banda Nuvens e das melodias doces de seu álbum solo de estreia, o La Buena Onda, Coração de Cavalo é uma “reconexão” com as raízes primitivas que o mundo nos afasta. É um trabalho feito quase que artesanalmente por Rapha Moraes e Allan Yokohama  num processo criativo que buscou a própria desconstrução.

Assim, o disco é também um reencontro com o ‘eu primal’ de cada um. Um convite à liberdade contra a opressão da urgência da cidade, propondo o contato do ser com a sua própria natureza pura, de forma sincera. Como Rapha explicita na letra de “Adeus”: “Tanta energia desperdiçada pra um sistema que diz quem eu sou. Viver o tempo todo contra o tempo. Viver morrendo ou morrer vivendo”.

“O tempo todo o álbum fala, por um caminho ou outro, da luta do homem com sua própria natureza mais selvagem. Por isso que a capa é um homem e um cavalo se misturando, como numa luta ou uma dança. É um grito de desencontro da própria natureza e a necessidade da desconexão com a máquina”, explica o músico, deixando claro que não é um disco político, mas sim conceitual. “Eu mais sinto o trabalho do que racionalizo. É um disco passional, sem objetivos pré-formatados”, completa.

Coração de Cavalo não é a reprodução de caminhos predispostos e nem continuidade dos trabalhos anteriores de Rapha. O álbum não busca ser pop, ter refrães espalhafatosos, riffs chamativos ou se prender ao ‘formato’ do mercado. Ele é único por ser propositalmente opositivo a imagem de artista construído pelo músico, buscando o anterior a discografia do cantor.

É um disco sujo, barulhento, desafiador e de quebra de paradigmas. Ao fim percebemos uma espécie de atualização e reafirmação do discurso do “Cabeça Dinossauro”, com a loucura sincera do Karnak e a valorização interior da Nação Zumbi. Como bem deixa clara a letra: “Homem vazio de amor não para em pé”.

Sobre Rapha Moraes:

Entre palcos e turnês, muito se passou na história de Rapha Moraes. Desde a fundação da Poléxia, onde foi baixista, passando pela banda Nuvens e chegando em sua carreira solo, muitas vertentes puderam ser vistas do Rapha compositor, cantor, arranjador, ator e multi-instrumentista. São cinco discos de estúdio (um com a Poléxia, dois com o Nuvens e dois solo), outros dois ao vivos, alguns shows internacionais e a experiência de quem escreveu sobre vida, amor e, agora, a desconstrução de si próprio.

Entre seus prêmios e reconhecimentos, Rapha Moraes tem um 3º lugar no Prêmio Saraiva de música, que incluiu dezenas de artistas de todo o Brasil, e o prêmio de “Melhor Composição Musical – Troféu Gralha Azul”, como ator e compositor em 2012 pela peça “Satyricon Delírio”, do Grupo Delírio de Teatro.

Contato:
Site oficial: raphamoraesethementes.com
Facebook: /raphamoraesethementes
Instagram: @raphamoraesbrasil
Twitter: @raphamoraes_
Youtube: /user/raphamoraes

Imprensa:
Marcos Xi – http://www.cultiva.ca
+55 (71) 8656-7630 | (21) 98562-0422
contato@cultiva.ca
Fotos, release do disco e capa online: http://bit.ly/coracoesimpresa

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